A desestatização de hidrovias amazônicas e os impactos na logística do agronegócio foram destaque em reportagem da edição setembro/outubro da revista Logweb

A publicação contou com a análise do sócio-diretor da Macroinfra, Olivier Girard.

De acordo com a notícia, o agronegócio brasileiro pode estar prestes a ganhar um novo impulso logístico com a inclusão de três importantes hidrovias amazônicas no Programa Nacional de Desestatização (PND). Publicado no Diário Oficial da União em 29 de agosto último, o decreto oficializa a entrada dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no plano de concessões à iniciativa privada.

“A desestatização deve tornar perenes os processos de dragagem, balizamento e sinalização. Dependendo dos estudos em andamento, pode haver ainda exigência contratual para eliminar gargalos permanentes, como bancos de areia em Marabá, ou mesmo a construção de eclusas. Mas nada está definido até o momento”, ressaltou o sócio-diretor da Macroinfra.

Girard explicou que há diversos gargalos que comprometem a eficiência das hidrovias, divididos entre permanentes e temporários, tanto nos rios quanto em seus acessos. Entre os permanentes, estão bancos de areia e pedrais, como o Pedral do Lourenço, além de barragens sem eclusas, como as de Estreito e Lajeado, na hidrovia do Tocantins. Esses obstáculos reduzem o tamanho dos comboios e a carga máxima por barcaça, restringindo a navegação a alguns meses do ano, quando os rios estão cheios.

Confira a matéria completa no link:

https://logweb.com.br/desestatizacao-de-hidrovias-amazonicas-pode-impactar-a-logistica-do-agronegocio-inclusive-para-exportacao/